Araraquara,
Fundação Toque ® – FUNBESCO – Fundação para o Bem-Estar Educacional, Esportivo, Social, Cultural e Ocupacional de Araraquara e Região
Rua Padre Duarte nº 447 – Jardim Nova América – Araraquara – SP

OS PROJETOS DA FUNDAÇÃO TOQUE

Metodologia e Linhas Teóricas empregadas definindo a filosofia da FUNDAÇÃO TOQUE

A FUNDAÇÃO TOQUE atua utilizando várias linhas teóricas, de acordo com o tipo de deficiência e necessidades de desenvolvimento de cada aluno ou grupo de alunos.
O grupo de profissionais – pedagoga, psicopedagoga, auxiliares de pedagogas, monitores de turma, professores de artes cênicas, artes visuais e dança, fisioterapeutas, psicólogos, terapeuta ocupacional, enfermeira – atuam segundo o momento do aluno, do grupo e do conteúdo trabalhado, sempre pensando e atuando para o objetivo principal da FUNDAÇÃO TOQUE, que é alcançar o máximo de independência e autonomia dentro do quadro diagnóstico do aluno ou grupo de alunos e perspectiva de prognóstico destes.
Desta forma, a partir das experiências vivenciadas nas teorias cognitiva, comportamental, cognitivo-comportamental, inteligências múltiplas, pedagogia ecológica, modificabilidade cognitiva, organizou-se os trabalhos pedagógico, psicopedagógico, cultural, recreativo, terapêutico e ocupacional atuais.
A FUNDAÇÃO TOQUE adotou o trabalho com grupos heterogêneos uma vez que constatou que o desenvolvimento individual e grupal aumenta em quantidade e qualidade na troca educacional, social, cultural, emocional que ocorre entre os pares com desenvolvimentos diferentes quanto ao ritmo e nível de operações mentais e funções cognitivas alcançadas.
No trabalho com grupos heterogêneos despertou-se o auxílio espontâneo de alunos a outros pares com níveis de desenvolvimento diferenciados que necessitavam de maior mediação para a aquisição de conteúdos programáticos trabalhados em sala de aula ou nas demais atividades do Centro Educacional. Com a percepção destes alunos que foram identificados pelas pedagogas e que foram nomeados de “monitores de turma”, iniciamos o processo de mediação também com estes elementos. A mediação destes alunos surtiu tanto ou mais efeito do que a mediação realizada pelas pedagogas uma vez que os pares aprendizes apresentavam um nível de desenvolvimento e funcionamento mental conhecido e vivenciado pelo aluno monitor.
O trabalho de monitoramento por parte dos “monitores de turma” permitiu a estes alcançarem um nível de desenvolvimento maior em todas as áreas mas principalmente nas áreas de habilidades nas inteligências lingüística, intrapessoal e interpessoal, provocando um amadurecimento ou desenvolvimento emocional e comportamental que superou o esperado para as suas deficiências.Em conseqüência deste trabalho, o desenvolvimento de uma das alunas monitoras foi tão impressionante que foi contratada como “monitora auxiliar” dos grupos de alunos dependentes do Centro Educacional.
Com o trabalho remunerado desta aluna e a sua atuação junto a um grupo de alunos que necessitam de auxílio constante no processo ensino-aprendizagem, percebemos que a educação é muito mais do que conhecimento teórico e desenvolvimento cognitivo, uma vez que esta aluna monitora alcançou resultados excelentes com os seus pares-alunos, com o comportamento que desenvolveu em suas inteligências intrapessoal e interpessoal- criou um “jeito” especial e funcional para alcançar o objetivo esperado no trabalho com os alunos do grupo.

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